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ARAPUTANGA – Tapa-buraco ocorre de forma tímida, na Cidade

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FONTE

Por - Sebastião Amorim

O período das chuvas intensas passou e, aos poucos, o Gestor Municipal vai tomando Iniciativas, ainda que tímidas, para enfrentar o “festival” de buracos que tomou conta das vias públicas, em Araputanga.

A tarefa é tão grande que demandaria dezenas de trabalhadores para enfrenta-la e, mitigar as dificuldades de trafegabilidade, bem conhecida da população, especialmente dos condutores de veículos. Se precisamos de muitos trabalhadores executando a tarefa, até hoje (24/04), o que se vê é uma pequena equipe com menos de dez trabalhadores braçais, executando  na medida do possível, o serviço tapa-buraco; na foto abaixo até o prefeito ajuda, na carriola.

A iniciativa (tapa-buracos), também ocorreu em 2017, porém, o serviço se mostrou ineficaz para suportar a trafegabilidade e, ao mesmo tempo, para resistir às chuvas que caíram de forma bastante intensa, principalmente no primeiro trimestre deste ano.  Vamos ver a qualidade do serviço em execução, pois, espera-se que a Gestão tenha aprendido que o serviço precisa melhorar para suportar o período das chuvas.

O resultado do serviço ineficaz de 2017 saltou aos olhos, supostos moradores indignados com a situação dos buracos, promoveram iniciativas irônicas e jocosas, entre elas, houve a sinalização de valas, com galhos de árvore, bananeira e vasos com planta; foi lastimável.

Nos últimos trinta dias, aparentemente a Gestão adotou a estratégia, para causar a sensação que em breve o asfalto das Ruas pode estar em perfeitas condições para a trafegabilidade; porém, se a quantidade de mão-de-obra não for multiplicada logo, a falha na estratégica será revelada, pois é possível que as chuvas cheguem de novo, no final do ano, sem que o pequeno grupo de trabalhadores tenha vencido a tarefa de eliminar os buracos.

Todo cidadão que reside em trechos, onde o asfalto está danificado, espera que o Governo Municipal tome providências imediatas para resolver o problema. 

Parece, no entanto, que o plano de trabalho escolhido pelo prefeito, contempla eliminar os principais buracos em um pequeno trecho, migrando em seguida, a equipe de trabalho para outro ponto da cidade, sem tapar todos os buracos, na totalidade, ao longo da extensão da via pública; a ação sugere resultar em ‘catado’ que, aparentemente, seleciona certos trechos, em detrimento de outros.

Atenta à forma como o serviço vem sendo realizado, na manhã de hoje, a reportagem encontrou a placa (foto), que sinaliza ‘ponte quebrada’ (embora não haja nenhuma ponte nas proximidades), colocada na Rua Carlos Luz, próximo à esquina com Rua Manoel José Fernandes, que coleciona há algum tempo, pelo menos três locais onde a operação tapa-buracos precisa passar logo.

Além dos buracos, a Gestão deve promover a sinalização da via, onde recentemente até um funcionários público foi vítima de grave acidente, quando o condutor de um veículo Fiat Strada avançou e colheu uma moto em que estava o servidor público e sua esposa.

A interdição que você vê na foto acima, ocorre na Rua Joaquim Nabuco, para a necessária realização de serviço.  É a terceira vez que que ocorre a interdição da mesma Rua, para o serviço tapa-buraco; na primeira vez, a via foi interditada próximo à Escola Padre José Anchieta, onde os buracos “assumiram” o lugar do Gestor e, governaram por longos dias, até que finalmente foram descobertos e, eliminados.

Decorrido certo prazo em dias, nova interdição ocorreu, próximo a uma marcenaria, na mesma Rua, outra vez, para eliminar alguns buracos;  é esse vai e vem que causa a sensação  que um grande trabalho pode estar sendo desenvolvido, quando na verdade, depois que todos os buracos do asfalto da cidade tiverem seus “mandatos cassados”, estaremos nas condições em que estávamos, no ano 2012 e para isso, falta muito... O prefeito e sua equipe pode colocar mãos à obra, pois, talvez em dezembro de 2018 não ostentaremos tal condição.

 

Um fato ainda merece observação. Em 2012 quase toda extensão da Rua Joaquim Nabuco recebeu asfalto; porém, ficou para trás pouco menos de cem metros de obra para concluir o serviço. Seis anos depois, o trecho da foto (na Rua Joaquim Nabuco), continua sua odiosa função conhecida pelos que transitam no terhco, pelo trinômio lama-buracos-poeira; agora estamos na fase da poeira... quem duvida que no fim de 2018 o mesmo trecho nos contemplará com o binômio lama-buraco?